sábado, 5 de março de 2016

Formiga - Desenhos para Imprimir e Colorir

Formiga para colorir.
Formiga carregando uma folha na chuva para colorir.
Formiga para colorir e imprimir.
Desenhos de Formigas para colorir.
Quatro formigas para colorir

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Morcego - Desenhos para Imprimir e Colorir

Morcego para a celebração do Halloween para colorir
Colorir Desenho Morcegos
Desenho de morcegos para colorir.
Morcego para colorir.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Jacaré - Desenhos para Imprimir e Colorir

Desenho de jacaré para colorir e imprimir.
Jacaré para colorir.
Desenho de jacaré para colorir.
Jacaré para colorir e imprimir.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Girafa - Desenhos para Imprimir e Colorir


Desenho de girafas para colorir.
Desenho de girafa para colorir e imprimir.
Desenho de Girafa para Colorir.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Tamanduá - Desenhos para Imprimir e Colorir

Desenho de Tamanduá para colorir,
Desenho de Tamanduá para colorir.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Anta - Desenhos para Imprimir e Colorir

Desenho de Anta para Imprimir e Colorir
Desenho de Anta para colorir.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Jogo de Matemática Online - Jogo Estouro de balões

Selecione pelo menos duas tabuadas que vão fazer parte da atividade. Clique no balão que contém o resultado da expressão. Para jogar acesse a imagem abaixo ou este link aqui!

Jogo de Matemática Online - Jogo de Adição e Subtração

ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO. ESCOLHA O NÍVEL. (Continhas de 0 a 10). FÁCIL. (Continhas de 20 a 40). MÉDIO. (Continhas de 40 a 100). Para jogar acesse a imagem abaixo ou este link aqui!

Jogo de Matemática Online - Jogo Soma

Jogo da Soma. Um numeral aparecerá em destaque no. alto da tela. Clique em 2 números diferentes que somatos resultem no numeral que está em destaque. Você começará o jogo com 3 vidas e terá 15 segundos em cada operação para encontrar o resultado correto. Para jogar acesse a imagem abaixo ou este link aqui!

Jogo de Matemática Online - Jogo Corrida da Matemática

Jogo da Matemática. A Bruxa Anoréxica raptou o Rei Apetite. Para salvá-lo você deve seguir o caminho até a casa da bruxa resolvendo as contas. Use as setas para movimentar os personagens.Para jogar acesse a imagem abaixo ou este link aqui!

Jogo de Matemática Online - Jogo Conjuntos numéricos

Você sabe o que são conjuntos numéricos? Quando você chegar ao final deste jogo, conhecerá muito bem esses conjuntos. O jogo tem cinco fases. Para completar as atividades, arraste cada. dos inteiros significa que este conjunto contém. número para o conjunto correspondente. Para jogar acesse a imagem abaixo ou este link aqui!

O buraco da camada de ozônio já assustou o mundo; mas o que aconteceu com ele?

Ele mudou a percepção pública sobre o meio ambiente para sempre, e mobilizou uma geração de cientistas no combate a essa ameaça para a nossa atmosfera. Mas 30 anos depois de sua descoberta, o buraco de ozônio simplesmente não tem as faces do terror que ele foi um dia. Como está a situação do buraco de ozônio hoje?

Para entender, você tem voltar no tempo, cerca de 250 anos. Os cientistas vêm tentando estudar o invisível desde o início da ciência, mas a primeira verdadeira compreensão da atmosfera da Terra veio durante os anos de 1700. Em 1776, Antoine Lavoisier mostrou que o oxigênio era um elemento químico, e na tabela periódica seu número atômico era o oito. A revolução científica estimulou descobertas novas. A partir de experiências com eletricidade,descobriu-se que passando eletricidade através de oxigênio produzia-se um odor estranho, ligeiramente picante.
Quando o buraco na camada de ozônio foi descoberto, ele se tornou uma sensação mundial.
Trinta anos depois, o que aconteceu com ele?
Na década de 1830, quando fazia experiência com faíscas elétricas, Christian Friedrich Schönbein descobriu que esse odor era o ozônio, uma molécula composta por três átomos de oxigênio. A partir de novos estudos os cientistas começaram a especular que o ozônio era um componente essencial da atmosfera e até mesmo que era capaz de absorver os raios do sol.

Uma dupla cientistas franceses, Charles Fabry e Henri Buisson utilizaram um interferômetro para fazer as medições mais precisas da presença de ozônio na atmosfera em 1913. Eles descobriram que o ozônio se acumula em uma camada na estratosfera,  e concentra-se na região entre 20 e 35 km de altitude.

O ozônio filtra a radiação ultravioleta que chega até o planeta Terra. Se não houvesse ozônio na atmosfera, diz a NASA ", raios UV intensos do Sol iria esterilizar a superfície da Terra." Ao longo dos anos, os cientistas descobriram que a camada é extremamente fina, e que varia ao longo do dia e das estações do ano e que ele tem diferentes concentrações nas diferentes áreas.

Os pesquisadores começaram a estudar os níveis de ozônio ao longo do tempo, e começaram a pensar se o ozônio era capaz de ser esgotado. Na década de 1970, eles estavam estudando como emissões provenientes de coisas como aeronaves supersônicas e de ônibus espacial, que emitia gases diretamente na estratosfera, poderia afetar essa camada da Terra.

Então, descobriu-se que esses rastros não eram o pior inimigo real da camada de ozônio. O perigo maior estavam nas substâncias químicas halogenadas contendo átomos de cloro (Cl), flúor (F) ou bromo (Br) presentes em coisas como garrafas de spray de cabelo e de creme de barbear. Em 1974, um estudo mostrou que os clorofluorocarbonetos (CFC) usados ​​em garrafas de spray destroem o ozônio atmosférico. A descoberta de Paul Crutzen, Mario Molina e F. Sherwood Rowland ganhou um Prêmio Nobel, e todos os olhos se voltaram para a camada invisível que rodeia a Terra.

O que eles encontraram chocou até mesmo os cientistas que já estavam convencidos de que os CFCs destroem o ozônio. Richard Farman, um cientista atmosférico que vinha recolhendo dados na Antártida anualmente, durante décadas, pensou que seus instrumentos estavam quebrados quando eles começaram a mostrar grandes buracos na camada de ozônio sobre o continente. Seus instrumentos não estavam quebrdos: A camada de ozônio havia sido danificada mais do que os cientistas poderiam ter imaginado.

Como a história sobre o buraco de ozônio vazou através dos meios de comunicação social, o assunto alcançou repercussão mundial. Os cientistas se esforçaram para compreender os processos químicos por trás do buraco.

"É como se a AIDS estivesse no céu", disse uma ambientalista aterrorizada para a equipe da Newsweek. Alimentada em parte por temores de agravamento do buraco de ozônio, 24 nações assinaram o Protocolo de Montreal limitando o uso de CFCs em 1987.

Nos dias de hoje, os cientistas sabem muito mais sobre o buraco de ozônio. Eles sabem que é um fenômeno sazonal que se forma durante a primavera na Antártida, quando o tempo começa a aquecer. Durante o inverno da Antártida, o buraco recua gradualmente até o ano seguinte. E o buraco de ozônio da Antártida não está sozinho. "Mini-buracos" foram descobertos sobre o Tibete em 2003, e em 2005 os cientistas confirmaram uma degradação sobre o Ártico tão drástica que poderia ser considerado um buraco.

Cientistas de todo o mundo acompanham a camada de ozônio acima da Antártica usando balões, satélites e modelos de computador. Eles descobriram que o buraco de ozônio está realmente ficando cada vez menor: Os cientistas estimam que, se o Protocolo de Montreal nunca havia sido implementado, o buraco teria crescido 40 por cento em 2013. Em vez disso, o buraco deverá "sumir" completamente até 2050.

Sabendo que o tamanho desse buraco está sujeito a variações anuais, padrões de fluxo de ar e outras dinâmicas atmosféricas, tem-se a difícil missão de manter a consciência pública em alerta.

Bryan Johnson é um químico de pesquisa da NOAA , que ajuda a monitorar o buraco de ozônio, ano após ano. "Já tivemos três fases de preocupações ambientais", diz ele. "Primeiro houve a chuva ácida. Em seguida, ele foi o buraco de ozônio. Agora são os gases de efeito estufa como o dióxido de carbono. "

Faz sentido que com os CFCs quase fora da atmosfera, processo que ainda pode levar de 50 a 100 anos, as preocupações sobre seus impactos ambientais diminuem também. Mas essa história de sucesso de combate ao buraco da camada de ozônio poderia tornar o público mais consciente com outras preocupações ambientais, como as mudanças climáticas.

O medo da destruição da camada de ozônio mobilizou uma das maiores vitórias de proteção ambiental na memória recente.

"O buraco de ozônio está melhorando, e ele vai cicatrizar", diz Johnson. Não é todo dia que uma história de horror científico tem um final feliz.

Texto escrito por Erin Blakemore. * Tradução livre, por Gabriel, com informações da Smithsonian Magazine.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Esta cabana de madeira poderia ser o menor Palácio do Mundo

Existe uma coisa que não falta na cidade russa de São Petersburgo: palácios. Construções como o Palácio de Inverno, o Palácio Mikhailovsky, e o Palácio Stroganov, todos estes remontam à opulência, ao luxo e grandeza da Rússia czarista. Mas, no coração da cidade, sobre o rio Neva, uma pequena cabana de madeira poderia muito bem ser o menor palácio do mundo.

Tecnicamente, uma construção não precisa ter torres enormes e decorações luxuosas para ser considerado um palácio. De acordo com o dicionário Merriam-Webster, a definição  de um palácio é simplesmente "a residência oficial de um chefe de estado (como um monarca ou um presidente). Como tal, o Gabinete de Pedro o Grande, certamente está qualificado.

Apenas algumas semanas após o czar Pedro, o Grande, ter capturado uma fortaleza sueca sobre o Rio Neva, em 1703, ele decidiu construir ali a futura capital do império. Ele a chamou de São Petersburgo, que apesar de se tornar a joia da coroa da Rússia czarista, no início era pouco mais que terreno pantanoso. Mesmo assim, como czar, Pedro precisava de sua própria residência pessoal. Em apenas três dias, os trabalhadores construíram para ele, a cabana que ainda hoje está de pé, como Nikki Lohr diz em Untapped Cities.

A Cabana de Pedro é pequena - do tamanho de um apartamento confortável em Nova York. Embora possa parecer apenas mais uma cabana de madeira, o edifício é, na verdade, uma estranha mistura de arquitetura russa tradicional e arquitetura holandesa, que Pedro muito admirava, como está escrito no site Saint-Petersburg.com. 

Por mais que ele amasse a  arquitetura holandesa, quando Pedro definiu fincar as primeiras raízes no assentamento que ele um dia faria sua capital, ele não podia dar-se ao luxo de construir sua casa de pedra ou construção de alvenaria, como os edifícios de Amsterdã que ele tanto admirava. Em vez disso, seus trabalhadores pintaram a cabana como se a construção fosse feita de tijolos, com linhas horizontais de branco, separadas por tiras finas de tinta vermelha. Apesar de Pedro, o Grande só ter morado na cabana por alguns anos antes de mudar para palácio melhor e maior, em 1723, pavilhões foram gradualmente anexados ao conjunto para protegê-lo contra o mau tempo, de acordo com o  Museu Russo.

O Gabinete de Pedro, o Grande tem visto muita mudança no decorrer dos séculos e tem resistido bravamente: ele sobreviveu a tudo, desde o levante da Revolução Russa ao cerco de Leningrado (como a cidade foi chamado durante o período em que a Rússia era parte da  União Soviética) e ainda permanece até hoje. Agora, a cabana é um museu em homenagem ao fundador da cidade e contém muitos de seus pertences. A cabana pode até ser o menor palácio do mundo, mas ainda é grande na sua própria maneira de existir.

Texto escrito por Danny Lewis * Tradução livre, por Gabriel, com informações da Smithsonian Magazine. Data da publicação: 26/01/2016.

O interior da cabana é preservado com muito dos pertences de Pedro, o Grande. (deror_avi, via Wikimedia Commons)
A cabana de pedro - construção original. (deror_avi, via Wikimedia Commons)
Imagem de 1853, do Gabinete de Pedro, o Grande. (The British Library via Wikimedia Commons).
O Gabinete de Pedro está protegido por um pavilhão ornamentado  de pedra. (Perfektangelll, via Wikimedia Commons)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Resolução SEE Nº 2.843, de 13 de janeiro de 2016

Resolução SEE Nº 2.843, de 13 de janeiro de 2016. Dispõe sobre a Organização e o Funcionamento da Educação de Jovens e Adultos/EJA – cursos presenciais, nas escolas da rede pública estadual de Minas Gerais. 

SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS, no uso de sua competência, tendo em vista o disposto na Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Resolução CNE/CEB nº 1, de 05 de julho de 2000, na Resolução CNE/CEB nº 03, de 15 de junho de 2010, no Parecer CNE/CEB nº 11, de 10 de maio de 2000, no Parecer CNE/CEB nº 6, de 07 de abril de 2010, e na Resolução SEE nº 2.197, de 26 de outubro de 2012, e considerando: 
- O diálogo promovido com a comunidade escolar durante a Virada Educação; - o diálogo promovido com os estudantes e profissionais da educação durante as Rodas de Conversas realizadas nos Territórios de Desenvolvimento; 
- as reflexões promovidas pelo Grupo de Trabalho constituído para analisar e discutir o Ensino Médio; e 
- as sugestões advindas dos encontros de formação do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio. 

RESOLVE: 
Art. 1º A Educação de Jovens e Adultos/EJA – cursos presenciais, modalidade da Educação Básica ofertada nas escolas da rede pública estadual de Minas Gerais, destina-se àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no Ensino Fundamental e Médio na idade de direito. 

Art.2º A idade mínima para matrícula em cursos de Ensino Fundamental da Educação de Jovens e Adultos/EJA é de 15 anos e no Ensino Médio é de 18 anos. 

Art. 3º Os cursos presenciais de Educação de Jovens e Adultos/EJA terão a seguinte organização: 
§1º - Curso Presencial de anos iniciais do Ensino Fundamental, com duração de 02 (dois) anos letivos, organizado em 04 (quatro) períodos semestrais, com carga horária total mínima de 1.600 horas. 
§2º - Curso Presencial de anos finais do Ensino Fundamental, com duração de 02 (dois) anos letivos, organizado em 04 (quatro) períodos semestrais, com carga horária total mínima de 1.600 horas. 
§3º - Curso presencial do Ensino Médio, com duração de 01 (um) ano e meio, organizado em 03 (três) períodos semestrais, com carga horária total mínima de 1.200 horas. 

Art. 4º A proposta curricular da Educação de Jovens e Adultos/EJA deverá observar o número de módulos-aula e a carga horária definidos nos Anexos I,II e III. 
§1º - A carga horária diária da Educação de Jovens e Adultos noturno será de 4 (quatro) módulos de 45 ( quarenta e cinco) minutos. 

Art. 5º As aulas da Educação de Jovens e Adultos realizadas no noturno terão início às 19 (dezenove) horas e deverão encerrar-se às 22 (vinte e duas) horas e 15 (quinze) minutos. As Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e as escolas poderão alterar o horário de entrada e saída do turno noturno para melhor gerenciamento do transporte escolar e em função de situações de especificidades locais, resguardando o interesse e a presença dos alunos após justificativas fundamentadas e aprovadas pelo Diretor da SRE. 

Art. 6º Esta Resolução entra em vigor a partir da sua publicação. 

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, em Belo Horizonte, aos 13 de janeiro de 2016. 
(a) MACAÉ MARIA EVARISTO DOS SANTOS 
Secretária de Estado de Educação

Fonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais - IOMG.  Página 33.
Para conferir a resolução completa e os anexos que estão no site do jornal siga este endereço:

Resolução SEE Nº 2.842, de 13 de janeiro de 2016

Resolução SEE Nº 2.842, de 13 de janeiro de 2016. Dispõe sobre o Ensino Médio nas escolas da rede pública estadual de Minas Gerais. 

A SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS, no uso de sua competência, tendo em vista o disposto na Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Resolução CNE/CEB nº 4, de 14 de julho de 2010, na Resolução CNE/CEB nº 02, de 31 de janeiro de 2012, e na Resolução SEE nº 2.197, de 26 de outubro de 2012, e considerando: - a discussão promovida com a comunidade escolar durante a Virada Educação; - a discussão promovida com os estudantes e profissionais da educação durante as Rodas de Conversas realizadas nos Territórios de Desenvolvimento; - as reflexões promovidas pelo Grupo de Trabalho constituído para analisar e discutir o Ensino Médio; e - as sugestões advindas dos encontros de formação do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, RESOLVE: 

Art. 1º O Ensino Médio diurno, etapa conclusiva da Educação Básica, terá duração de 3 (três) anos, com carga horária anual de 833 horas e 20 minutos, totalizando 2.500 horas. § 1º A carga horária diária do Ensino Médio regular diurno será de 5 (cinco) módulos de 50 (cinquenta) minutos. § 2º A proposta curricular do Ensino Médio diurno deverá observar o número de módulo-aula e carga horária definidos no Anexo I desta Resolução. 

Art. 2º O Ensino Médio noturno, etapa conclusiva da Educação Básica, terá duração de 3 (três) anos, com carga horária anual mínima de 800 horas, totalizando, no mínimo 2.400 horas. 
§ 1º A carga horária diária do Ensino Médio noturno será de 4 (quatro) módulos de 45 (quarenta e cinco) minutos. 
§ 2º As aulas no Ensino Médio noturno terão início às 19 (dezenove) horas e deverão encerrar-se às 22 (vinte e duas) horas e 15 (quinze) minutos. As SREs e as escolas poderão alterar o horário de entrada e saída do turno noturno para melhor gerenciamento do transporte escolar e em função de situações de especificidades locais, resguardando o interesse e a presença dos alunos e após justificativas fundamentadas e aprovadas pelo Diretor da SRE. 
§ 3º A proposta curricular do Ensino Médio noturno deverá observar o número de módulo-aula e carga horária definida nos Anexos II, III e IV desta Resolução. 

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor a partir da sua publicação, ficando revogada a Resolução SEE nº 2.742, de 22 de janeiro de 2015. 

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, em Belo Horizonte, aos 13 de janeiro de 2016.

(a) MACAÉ MARIA EVARISTO DOS SANTOS Secretária de Estado de Educação
Fonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais - IOMG. Página 34. Para conferir a resolução completa e os ANEXOS que estão no site do jornal siga este endereço:
http://jornal.iof.mg.gov.br/xmlui/handle/123456789/157684

Antropoceno: nós somos a força geológica dominante

Os seres humanos estão vivendo em uma nova era geológica. 

Em um novo estudo, publicado na revista Science no dia 7 de Janeiro de 2016, uma equipe internacional de cientistas concluíram que o impacto da atividade humana sobre a Terra é tão generalizada e persistente que merece o reconhecimento formal, com a criação de uma nova unidade de tempo geológico, chamada Antropoceno.

"Estamos dizendo que os seres humanos são um processo geológico", diz o co-autor do estudo Colin Waters, um geólogo do Serviço Geológico Britânico (BGS) "Nós somos a força geológica dominante moldando o planeta. Não são os rios, não são os ventos...São os seres humanos. "
Uma nuvem de cogumelo sobe no céu durante um teste de armas atômicas na década de 1950. (Roger Ressmeyer / Corbis . Cientistas concluíram que a idade dos seres humanos começou oficialmente no início da era nuclear.
O termo "Antropoceno" - de antropo, "homem"- foi popularizado pelo ganhador do prêmio Nobel de Química, Paul Crutzen.

Nos últimos anos, no entanto, tem havido um movimento crescente entre os cientistas para adotar formalmente o termo como parte da nomenclatura oficial da Geologia. Aqueles que defendem essa ação argumentam que a época atual dominado pela humanidade é muito diferente do Holoceno dos últimos 12.000 anos, o tempo durante o qual as sociedades humanas desenvolveram e floresceram.

O novo estudo não é o primeiro a propor a criação formal do Antropoceno - Simon Lewis e Mark Maslin, da University College London fizeram uma recomendação semelhante no ano passado - mas é um dos mais abrangente até o momento. Nela, Waters e seus colegas procuraram responder se as ações humanas deixaram sinais mensuráveis ​​nas camadas geológicas, e se esses sinais são marcadamente diferentes das do Holoceno. A resposta a ambas as perguntas, dizem os cientistas, é: sim:

Os pesquisadores realizaram uma revisão da literatura científica publicada e encontraram evidências de inúmeras maneiras que os seres humanos mudaram a Terra para produzir sinais em camadas de gelo e rocha que ainda serão detectáveis nos próximos milhões de anos. Entre eles: a preponderância de produtos humanos únicos, tais como concreto, alumínio e plásticos; níveis atmosféricos elevados de gases de efeito estufa; níveis mais elevados de nitrogênio e fósforo no solo, de fertilizantes e pesticidas; e os testes de armas nucleares acima do solo no século 20.

Os seres humanos tem uma atitude peculiar dentro do reino biológico, levando alguns animais domesticados e plantas cultivadas a se disseminarem enquanto empurra outras espécies à extinção.

"Eu acredito que essas mudanças são registros fósseis", diz Scott Wing, o curador do Museu Nacional de História Natural, dos EUA.

"Se encontrarmos uma planta que é agradável, dentro de alguns anos levamos essa planta para o mundo todo", diz Waters. "Normalmente, você tem que esperar a colisão de dois continentes para obter esse tipo de transferência de espécies, mas estamos fazendo isso em um período muito curto de tempo. "

O Antropoceno é um jovem: Waters e sua equipe afirmam que ele só começou por volta da metade do século XX, no início da era nuclear e da aceleração do crescimento da população, da industrialização e da utilização em grande escala dos combustíveis fósseis. 

Wing diz que os seres humanos mudaram a Terra o suficiente para criar um sinais estratigráficos e geoquímicos distintos. "Eu não acho que haja qualquer dúvida sobre isso", diz ele. "Não é apenas um sinal distinto e visível, ele irá persistir por um longo período geológico de tempo, por isso vai poder ser reconhecido nos próximos milhares ou milhões de anos no futuro.Curiosamente, ao contrário da noção de mudança climática para a qual foi estabelecida um consenso científico muito antes de aceitação pública tornar-se generalizada, os membros do público em geral parecem estar mais dispostos a aceitar a ideia que estamos vivemos em uma nova era (Antropoceno) do que alguns cientistas.

"Os geólogos e estratígrafos" - cientistas que estudam as camadas da Terra, "estudam e observam as rochas que são de milhões de anos atrás, muitos deles têm dificuldade em aceitar que um pequeno intervalo de tempo pode ser uma época geológica ", diz Waters.

Waters e Wing dizer que além de ser cientificamente importante, reconhecendo formalmente a era antropocêntrica poderia ter um forte impacto sobre a percepção pública de como a humanidade está mudando o planeta.

"Não há dúvida de que, quando mais de 7 bilhões de pessoas colocam suas mentes para fazer alguma coisa, eles podem ter um grande impacto. Nós estamos vendo isso agora ", diz Waters. "Mas isso também significa que podemos reverter alguns desses impactos negativos se quisermos, se estamos conscientes do que estamos fazendo. Nós podemos modificar o nosso progresso ".

Wing concorda. "Acho que o Antropoceno é um mecanismo muito importante para levar as pessoas de todos os cantos do planeta a pensar sobre o seu legado", diz ele. "Nós, seres humanos estamos em um jogo que afeta todo o mundo e o futuro também. Deveríamos estar pensando em nosso legado de longo prazo, e o Antropoceno coloca um nome nesse legado ".

Texto escrito por Ker Than * Tradução livre, por Gabriel, com informações da Smithsonian Magazine. 

Você pode obter um passaporte da Antártida

Você dever jurar lealdade ao continente austral e aos ideais de paz, igualdade e sustentabilidade

Você é cidadão da Antártida? A resposta é obvia: "não" - a Antártica não é um país, é um continente . Mas isso não é nenhum empecilho, afirmam os artistas Lucy Orta e George Orta. Eles estão concedendo passaportes para a Antártica, de qualquer jeito, diz  Allison Meier para  o site Hyperallergic.
Você é um cidadão global? Então você pode precisar de um desses. (Studio Orta)
Até agora, 53 países assinaram o Tratado da Antártida, que em 1959 estipulou que o continente austral "continue para sempre a ser utilizado exclusivamente para fins pacíficos e não se converta em cenário ou objeto de discórdias internacionais." Mas Lucy e George Orta não enxergam isso como uma barreira que possa impedir a emissão de passaportes para o continente gelado. Em vez disso, sua arte é inspirada e centrada em torno das possibilidades pacíficas de um continente dedicado à investigação científica e fraternidade humana.

Allison Meier relata que o casal desenvolveu um site chamado  Passaporte para o mundo Antártico  e todas as  pessoas que são adeptas aos princípios de sustentabilidade, paz e igualdade podem solicitar um passaporte virtual online.

O casal foi contratado para criar o programa de passaporte e mostrar o resultado dessa arte na  Bienal do Fim do Mundo de  2007, que trouxe artistas de todo o mundo para pensar no fim do mundo (Ushuaia, na Argentina é considerada pelos argentinos como a cidade do “fim do mundo”). 
O projeto da bandeira da Antártica de Lucy Orta e George Orta. (Studio Orta)
Mais tarde, ainda naquele ano, os artistas viajaram para a Antártida para levar a sua "Bandeira da Antártica" - a bandeira caleidoscópica combinando as bandeiras de todas as nações que representa a coexistência de todas as identidades do mundo. 
A efêmera aldeia antártica de Lucy e George Orta foi parcialmente construída com bandeiras e roupas. (Studio Orta)
A viagem para a Antártida também incluiu a construção de 50 habitações artesanais costuradas com bandeiras nacionais, roupas e outros objetos que simbolizam as possibilidades de um continente sem fronteiras.

Enquanto um passaporte oficial para a Antártica ainda seja impossível, este passaporte que os artistas chamam de um "passaporte universal para um continente sem fronteiras e o bem comum da humanidade" - parece ser uma boa alternativa. Até agora, mais de 12.000 pessoas já receberam o passaporte. 

Texto escrito por Erin Blakemore * Tradução livre, por Gabriel, com informações da Smithsonian Magazine. Data da publicação: 26/01/2016.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Emigrar, imigrar ou migrar?

Se liga que tem diferença!

Emigrar: sair de seu país para se estabelecer noutro;
Imigrar: entrar em um país diferente do seu para aí se estabelecer;
Migrar: deslocar-se para outro lugar.

*Com informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Sapo - Desenhos para Imprimir e Colorir

Desenho de sapo para colorir e imprimir.
Sapo para colorir e imprimir.
Sapo para colorir.
Desenho de Sapo para Colorir.